Estava indo para mais um dia de trabalho noturno e quando observo ao redor até que o ônibus chegue crianças vendendo balas, fato comum até então... mas observando melhor percebi que eles trabalhavam pra um adulto, sim exploração de trabalho infantil,ele prestava contas de quantos pirulitos, balas e etc. com os pequenos,me deu uma vontade incrível de verificar se era mesmo aquilo mesmo, porem já estava atrasada e o ônibus tinha acabado de chegar, se não bastasse um dos meninos subiu e foi vender suas balas no interior do ônibus, percebi uma menina com ele, ela olhava atentamente, como se tivesse aprendendo como falar, como sensibilizar as pessoas, uma aprendiz de pedinte? Lamentável, neste momento, me veio tanta coisa na cabeça revoltas com o país com a banalização das coisas erradas, do jeitinho brasileiro presente em todas as ocasiões que tem repercussão em fatos maiores, enfim..das observações como cidadã e ate como crista de não ter a infelicidade de cair nas mãos deste destino cruel que passa as pessoas menos favorecidas, feliz de mim que não deixo escapar estas observações...
domingo, 23 de dezembro de 2007
Cotidiano
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Um comentário:
É, essa é uma realidade um tanto quanto indigesta...
O que se deve fazer?? Comprar a bala? Manadar o moleque ir pra casa, que o lugar dele é na escola, com a família... Caramba. Os valores estão todos revirados de cabeça para baixo. E vc ainda me pergunta porque o bom velhinho é um filho da puta! O que dizer pra essas crianças nessa noite de natal quando passar a meia noite e o "Bom Velhinho " não as visitar? Que não venderam balas o bastante, portanto, não foram boazinhas.
É preciso aproveitar o encejo das comemorações natalinas para repensarmos os nossos valores que são os mesmo que perpassam e constituem essa sociedade injusta em que vivemos, para que assim, não só tocados pelo tal "espírito natalino", possamos tomar atitudes mais humanas durante um ano inteiro. Melhor, duyante a vida!
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